sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

O conhecimento é mais que irresistível.


você já parou para pensar em como seria o mundo se a ciência e a religião fizessem as pazes? E se o mundo tivesse onze dimensões ou se fosse possível prever o futuro?
Como é bom acompanhar campanhas assim - que convidam as pessoas a pensar de verdade. Pode parecer estranho, mas existem milhares de pessoas que não pensam, apenas respiram, comem, falam coisas inúteis e acham a Mulher Arroto um grande barato. A dica para essa epidemia é: Questione. Descubra. Mude

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Rio é a capital mais quente do Brasil há seis dias, diz Inmet


Há seis dias, o Rio de Janeiro ocupa o primeiro lugar no ranking de capital mais quente do Brasil. A informação foi confirmada pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), nesta quinta-feira (10). Os cariocas estão tendo que suportar um calor maior do que Boa Vista, em Roraima, ou Cuiabá, em Mato Grosso.
De acordo com o Inmet, a maior temperatura foi registrada em Santa Cruz, na Zona Oeste da cidade. Os termômetros marcaram 40.1º C. A sensação térmica foi de 45º C. Apesar do forte calor, não há previsão de refresco para o carioca. A massa de ar quente e seco impede que uma frente fria chegue com intensidade.
Ainda segundo o Instituto Nacional de Meteorologia, o mês de fevereiro pode entrar para a história como o mais seco dos últimos nove anos. Em 2003, nesse mesmo período, foram apenas três dias de chuva. E agora, nesses primeiros dez dias, houve um único dia chuvoso.


FONTE: G1

sábado, 5 de fevereiro de 2011

INTUIÇÃO


Muitas pessoas pensam que intuição é um dom , ou nascemos com ela, ou nascemos sem. Outras pensam que é algo místico, que pode ser atingido somente através de horas de meditação, quando o universo se manifesta e de alguma forma revela seus segredos...

Mas - isso já aconteceu com você - as pessoas fazem escolhas, tomam decisões que, simplesmente, não conseguem explicar. Você sabe como é. Por que resolveu pegar aquele caminho para o escritório ao invés do trajeto que sempre faz? Por que este candidato ao invés daquele, se os dois tinham a mesma formação? Pois isto é a intuição em ação.

É comum as pessoas tentarem explicar este tipo de decisão como um gosto ou um capricho. Na realidade, grande parte dos pensamentos que cruzam nossa mente, com tanta rapidez que mal notamos, é intuição. Vale notar que nossa intuição funciona para todo tipo de coisa desde as cotidianas e não importantes, até para você encontrar sua alma gêmea ou ganhar na loteria.

Intuição é um caminho para o saber, igual a qualquer outra fonte de informação como ver, ouvir, ler, etc. E como nestas outras fontes você pode treinar-se para usar sua intuição, da mesma forma que um músico educa sua audição e passa a distinguir tons de semitons e, com sua intuição educada, então, poderá decidir mais rápido e com menos esforço.

Assim como o músico ao iniciar o aprendizado confunde as notas de uma pauta, você deve estar atento para o fato de que você pode ter interpretado mal a mensagem que sua intuição lhe passou, assim é útil testá-la no mundo real.

Aqui vão algumas práticas, que podem ajudá-lo no processo, de treinamento de sua intuição.

Abra-se para as novidades. Assim, sua intuição poderá se infiltrar na sua consciência ao invés de ser filtrada pela sua consciência.

Respeite suas próprias emoções, sensações, sentimentos, pensamentos, pois quanto maior contato você tiver com o que você sente, mais fácil fica ouvir sua intuição.

Respeite a intuição dos outros. Isto não quer dizer que você deve aceitar tudo que os outros dizem, mas sim entender que nem tudo pode ser explicado.

Desista da vaidade e do medo de errar. Lembre-se erros não destruem uma carreira, a vaidade sim. A vaidade é o "liqüidificador" de intuição.

Lembre-se que a intuição está sempre correta, mas fique alerta para a interpretação que você pode estar somando a ela, você pode estar interpretando mal.

Entenda que a sua intuição chega a você passando por uma série de filtros (pressupostos culturais, preconceitos, falsas premissas) e que por isso alguns pensamentos intuitivos passam um mal pedaço para chegar até você ... e nem sempre chegam inteiros.

Teste sua intuição, comece a atuar de acordo com ela e busque descobrir o que está aprendendo.

Pratique ouvir e confiar na sua intuição, para pequenas e grandes decisões. Afinal, quando chega o momento, você nunca terá todos os elementos para poder decidir racionalmente, mesmo...




Texto por Eliana Dutra

DÉJA VU


Déjà vu é usualmente pensado como uma impressão de já ter visto ou experimentado algo antes, que aparentemente está a ser experimentado pela primeira vez. Se assumimos que a experiência é na verdade uma recordação, então o déjà vu ocorre provavelmente porque uma experiência original não foi completamente codificada. Nesse caso parece provável que a situação presente dispare a recordação de um fragmento do passado que se baseia numa experiência real mas de que temos apenas uma memória vaga. A experiência pode ser perturbadora, principalmente se a memória está tão fragmentada que não há conexões fortes entre esse fragmento e outras memórias ou nenhuma conexão consciente pode ser feita entre a situação actual e a memória implicita.

Ou seja, a sensação de já ter estado lá é muitas vezes devida ao facto de já lá ter estado, mas ter esquecido a experiência original porque não prestou atenção na experiência original. A experiência original pode ter ocorrido apenas alguns minutos ou segundos antes. Por outro lado, a experiência de déjà vu pode ser devida a ter visto imagens ou ouvido relatos vivos muitos anos antes, como no caso de Virginia Tighe. Essas experiências podem ser parte de uma fraca recordação de infância, erradamente acreditada como tendo ocorrido numa vida passada só porque "sabe" que não ocorreu nesta vida.

Finalmente, é possivel que a sensação que tem seja disparada por acção neuroquimica no cérebro que não está ligada a nenhuma experiência do passado. Sente-se estranho e associa a sensação com já ter experimentado isso antes, mesmo se a experiência é completamente nova. Ou seja, déjà vu (já visto em francês) pode não envolver um falso reconhecimento de algo que que já se viu antes.

O termo foi aplicado pela primeira vez por Emile Boirac (1851-1917), um homem com forte interesse em fenómenos psiquicos. O termo de Boirac dirige a nossa atenção para o passado. Contudo, uma pequena reflexão revela que o que é unico no déjà vu não é algo no passado mas algo no presente, nomeadamente, a estranha sensação que temos quando experimentamos o déjà vu. Temos muitas vezes experiências em que a novidade não é clara que nos levam a levantar questões como, Já li este livro? Isto é um episódio que já vi o mês passado? Este lugar é-me familiar, será que já cá estive? Mas isto não é acompanhado de sensações estranhas. Podemos sentir-nos confundidos, mas a sensação associada a déjà vu não é de confusão mas de estranheza. Não há nada de estranho acerca de não nos lembrarmos se já leu um livro antes se tem cinquenta anos e já leu milhares de livros. Quando isso acontece não se sente estranho. Mas com o déjà vu sentimo-nos estranhos porque não pensamos que devamos sentir-nos familiares a essa percepção.

Portanto, é possivel que a tentativa de explicar o déjà vu em termos de memória perdida, inatenção, vidas passadas, clarividência, etc, possa ser completamente errada. Deviamos falar da sensação de déjà vu. Essa sensação pode ser causada por um estado do cérebro, por factores neuroquimicos durante a percepção. A sensação de déjà vu é comum entre pacientes psiquiátricos. Tambem precede ataques de epilepsia do lóbulo temporal. E, em 1955, quando Wilder Penfield fez a sua famosa experiência na qual estimulava electricamente lóbulos temporais, encontrou um bom numero de experiências de déjà vu.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

DICAS PARAESCOLHER A ESCOLA DO SEU FILHO.


1. Qual deve ser o projeto educacional?2. Como devem ser os espaços da escola?3. Qual é o número ideal de professores por bebê ou criança?4. O que preciso é preciso olhar em termos de limpeza?5. É melhor uma escola que ofereça alimentação?6. A localização da escola importa?7. O preço é sinônimo de qualidade?8. As escolas bilíngues valem a pena?9. Uma escola que ofereça atividades extracurriculares é mais interessante?10. Depois de um tempo, é ruim mudar as crianças pequenas de escola?

O QUE É CARMA...


É o resultado direto de decisões que tomamos no passado
        Carma é uma palavrinha muito reverenciada (por uns poucos especialistas) e razoavelmente mal interpretada pelos leigos em geral - inclusive eu, que sempre a utilizei como sinônimo de "destino" . Quando eu encontrava alguém pegajoso, que não largava do meu pé e passava o dia inteiro me azucrinando, eu dizia: "Fulano é o meu carma". Quer dizer, em minha percepção, um poder superior e sobrenatural havia decidido que eu deveria pagar por algo que não fiz.
        
        E a sutil diferença está nessa última frase "pagar por algo que não fiz". Carma significa exatamente o contrário: "pagar por algo que se fez". Em sua distante origem - no sânscrito, uma língua ancestral já extinta -, carma queria dizer "ação: Ou, por extenso, "tudo o que nos acontece é o resultado de algo que fizemos". O nosso carma, então, não é um aleatório jogo de sorte e azar: é uma simples questão de causa e efeito. Tudo o que está acontecendo agora é o resultado direto de decisões que tomamos no passado, mesmo que não nos lembremos delas, ou que, na época, as tenhamos considerado irrelevantes.

        Faz um mês, eu vivi uma situação profissional bem próxima dessa verdade, com um ex-colega de trabalho. Um dia, ele e eu fizemos parte de um grupo que trabalhava em uma mesma empresa, e era muito unido. Mas, com o tempo e a ciranda-cirandinha do mercado de trabalho, o grupo se dissolveu: cada um de seus membros foi pegando o boné e partindo para outra. E esse ex-colega, mais afortunado ou mais competente, conseguiu uma posição fantástica, bem superior à dos demais. Resultado: o privile giado decidiu, talvez inconscientemente, perder o contato conosco. Sua temporária situação de conforto o convenceu de que nós precisávamos dele, mais do que ele de nós. Daí, o dito não respondia às mensagens que mandávamos e sua assistente sempre dizia que ele estava viajando quando ligávamos.
        Mas o tempo passou, e ele ficou desempregado. E qual foi a primeira coisa que fez? Entrou em contato com os amigos do peito. E, claro, ninguém respondeu. Um dia, nosso ex-colega, ao encontrar casualmente outro ex-colega, reclamou, amargurado: "Pois é, na hora em que a gente mais precisa dos amigos, eles simplesmente desaparecem".
Em sua opinião, ele havia sido vitimado pelo carma de ter confiado em falsos amigos. Na opinião dos demais, ele estava colhendo o carma que havia semeado. E quem é que estava certo? Ninguém. Ao recusarmos estender a mão, nós também estávamos tomando uma decisão que teria más conseqüências futuras, mas todos preferimos optar pela inútil vingança momentânea ao perdão e à generosidade. Felizmente, um dos colegas conseguiu convencer os demais a esquecer os rancores e a tentar ajudar o ex-desgarrado, e todos pudemos dormir em paz com nossas consciências.

        No Balanço Pessoal da maioria das pessoas, carma é "como alguém pode me ajudar". Ou seja, seriam créditos contabilizados na coluna "Recebimentos de Curto Prazo" . Na verdade, carma é "como eu posso ajudar alguém", e é lançado em "Investimentos de Longo Prazo". Uma contabilidade, como se percebe todos os dias, fácil de entender, mas difícil de praticar.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Semana pedagógica: o que não pode faltar

Dia a dia, tudo o que você precisa para fazer o planejamento do ano

Se é verdade que um bom planejamento evita problemas posteriores, certamente a primeira semana do ano é a mais importante para qualquer escola: é quando os gestores e a equipe pedagógica se reúnem para projetar os próximos 200 dias letivos e fazer a revisão do Projeto Político Pedagógico (PPP) - o documento que marca a identidade da escola e indica os caminhos para que os objetivos educacionais sejam atingidos. É o momento de integrar os professores que estão chegando, colocando-os em contato com o jeito de trabalhar do grupo, e, claro, mostrar os dados da escola para todos os docentes, além de apresentar as informações sobre as turmas para as quais cada um vai lecionar.

Antes de produzir esta reportagem, perguntamos a diretores e coordenadores pedagógicos, em nosso site, quais as principais dúvidas em relação à semana de planejamento. Recebemos 45 mensagens, questionando desde como organizar os encontros (e quem deve participar deles) até incertezas sobre os temas a debater. Para ajudar esses e outros leitores, sugerimos um cronograma para cinco dias de planejamento, com indicações sobre o que fazer em cada um deles e ideias práticas para conduzir os trabalhos.

A semana pedagógica, nunca é demais lembrar, não se restringe a esse período - pelo menos para os gestores. Érika Virgílio Rodrigues da Cunha, professora de Didática, Currículo e Avaliação da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), afirma que o diretor deve planejar com antecedência, executar a agenda definida e acompanhar os resultados durante o ano. A preparação prévia está reunida no quadro abaixo, e as dicas para garantir um bom acompanhamento dos resultados, no último quadro desta reportagem. O planejamento da semana em si ocupa as próximas páginas.